Desenvolvimento de aplicativos para iOS e Android
A maior parte das propostas de aplicativo erra o prazo pelo mesmo motivo: cronometra a programação e esquece o resto: a fila da Apple, a conta de desenvolvedor que ninguém abriu, a integração que depende de alguém de fora responder. A gente trabalha com o cronograma inteiro à vista, inclusive a parte que não depende da gente.
Se algum destes é o seu caso, vale conversar.
O orçamento veio sem as etapas de publicação
Conta de desenvolvedor, política de privacidade, capturas, declaração de dados coletados e conta de teste para o revisor. Nada disso é programação, e tudo isso é prazo.
O app foi entregue e travou em aparelho de verdade
Emulador não é telefone. Android antigo, tela pequena, internet ruim e bateria em economia mostram o que nenhum teste de mesa pega.
A Apple rejeitou e ninguém sabia o que fazer
Dado pessoal mal explicado, algo que parece pagamento fora do sistema deles, conta de teste que não funciona. Cada rejeição volta para o fim da fila.
A lista de funcionalidades não cabia no orçamento
A lista inicial sempre cabe num app três vezes maior. Sem escolher o que é a primeira versão, a discussão volta no meio do projeto, quando mudar custa caro.
Do levantamento até o código ser seu.
Definição do escopo da primeira versão
A lista de desejos inicial sempre cabe num app três vezes maior que o orçamento. A primeira pergunta é qual é a única coisa que o app precisa fazer bem. O resto vira segunda versão.
Escolha honesta da tecnologia
React Native, Flutter ou nativo conforme o seu caso, não conforme a moda. Cross-platform entrega antes na maioria das vezes; nativo compensa quando o app depende de recurso pesado do aparelho.
Publicação nas duas lojas
Conta de desenvolvedor, política de privacidade, capturas, declaração de dados coletados e conta de teste para o revisor. O cronograma prevê pelo menos uma rejeição da Apple, porque é o normal.
Teste em aparelho de verdade
Android antigo, iPhone de tela pequena, internet ruim, bateria em economia. Emulador não pega o que aparece aí.
Acompanhamento pós-lançamento
As duas semanas seguintes ao lançamento são de ajuste, e elas entram combinadas desde o início para não virarem discussão sobre quem paga.
Perguntas frequentes
Quanto tempo leva para fazer um aplicativo?
Para um app com login, uma função principal e publicação nas duas lojas, o piso realista é de algumas semanas, e boa parte não é programação, é revisão das lojas. Proposta que promete app completo em duas semanas está omitindo etapa.
React Native, Flutter ou nativo?
Depende do seu caso. Cross-platform entrega antes na maioria das vezes, porque um código serve as duas lojas. Nativo compensa quando o app depende muito de recurso do aparelho, como câmera avançada, sensores ou processamento pesado.
Dá para lançar só no Android primeiro?
Dá, e às vezes é a decisão certa: o Google costuma aprovar mais rápido e o processo é menos rígido, o que serve para validar com usuário real antes de encarar a Apple. O risco é dividir a atenção do time em dois lançamentos.
Quem publica o app, vocês ou eu?
A publicação é feita pela gente, mas as contas de desenvolvedor ficam no nome da sua empresa. É o que garante que o app é seu e que você não depende de ninguém para atualizar no futuro.
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